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A_Morte_do_Corpo_Físico
O fatalismo mortal de um homem na sua grande maioria, não pode ser previsto com segurança e exatidão, como virmos no capitulo anterior, não temos a proteção de nenhum livre-arbítrio e qualquer coisa que tem uma vida própria, pode deixar de tela a qualquer momento, inesperadamente, sem nenhum breve aviso, pois um mínimo descuido, muitas vezes quando menos se espera, nossa própria morte acontece. Enfim, para qualquer um morrer, basta simplesmente, estar vivo nesse instante.
Uma coisa é evidentemente certa: se não temos a capacidade de prever o dia que partiremos desse mundo material, chances mínimas ainda teremos em conceber o que virá logo após a nossa morte física, se ao menos sobrevivesse algum resíduo consciente da vida, com certeza esta acompanharia nosso corpo apodrecer imediatamente, porque é a própria vida quem faz a manutenção do corpo, seja animal ou vegetal. Então, logo nosso corpo nem mais existirá, porque a terra irá comer.
Reparem como muitas teorias sem nexo inventadas no passado se confundem em sua própria ignorância, pois a morte ainda continua um mistério intransponível até hoje. Podemos ter plena convicção de algo superior à vida, às vezes muita além desta diversificação cultural de idéias formuladas na incerteza, que aposta sempre para uma sobrevida. Aceito até naturalmente a hipótese que não acabarei com minha morte física, a vida não teria nem sentido aparente para mim; antes eu era um bebê de colo, na minha mente reside algum fragmento desse detalhe, Mas onde está aquele bebê de colo que fui um dia?
Transformou-se no corpo adulto que possuo neste momento, e com certeza não será eternamente assim, porque logo me transformarei em um velhinho, sem nenhum resíduo daquele bebê que fui um dia, então o que serei depois de tudo ter manifestado, confesso que não sei e ainda duvido que alguém saiba verdadeiramente, sem estar iludido com as coisas que leu ou ouviu, sem verdadeiramente pesquisar para comprovar a veracidade. Porque sempre daremos tanta importância a esta questão pós-morte, será que faria alguma diferença se soubéssemos como seria o além após a morte? “- Será o homem tão egoísta, tão mesquinho, que lhe será sempre necessário falar de uma recompensa posterior, para que ele faça o bem nesta existência?”.
O que seremos após a morte só Deus sabe e não desvendou ainda esses mistérios a nós, mortais. A todos aqueles que têm vida cabe resolver os problemas da vida em si, e deixar confiando que os mortos se encarreguem de seus mortos. E falando em morte do corpo com naturalidade, gostaria que se despojasse de todas suas crenças religiosas e pesquisando sinceramente, bem dentro de seu interior profundo, respondesse-me com convicção: o que será de você quando falecer?
Acha estranha essa pergunta, saiba que todos nós iremos morrer um dia, inclusive você! O que pergunto é: como acha que será depois da sua morte?
Seu corpo não terá evidentemente o que chamamos de vida terrena, você não mais conviverá com essa sua vida, até aqui sempre na forma de uma real existência física, e o pior é que ninguém mais poderá trazê-lo de volta à vida. Sendo assim, seus semelhantes, família e amigos não vão poder contar com essa sua calorosa e agradável companhia, será mais uma personalidade que se manifestou um dia na face da terra.
Evidentemente de onde esteja nesse momento fúnebre, só seu, imagine que não poderá contar com esse seu corpo físico para mais nada, o corpo sempre traduziu suas emoções em ações; este seu antigo e útil corpo físico cessará para sempre com todas suas funções básicas, seu coração não mais pulsa, seu cérebro não receberá alimentação sangüínea, e entrará em decomposição imediatamente, resultando em mínimas chances de preservar a sua memória com lucidez, já que a ciência prova que é tocando na carne do cérebro que relembramos fatos já esquecidos pelo tempo. Então, se não temos mais cérebro, lógico que também não teremos mais passado para nos orientarmos; o que seremos então no presente. E o que poderíamos esperar fazer no futuro próximo, se não temos um passado de experiência para nos orientarmos no presente?
Vamos tente ao menos imaginar essa situação, não custa nada, medite por alguns instantes que já não tem mais essa sua preciosa vida terrena, já nem mais existe perante seus entes queridos, que continuarão existindo (vivendo) perante a luz do sol e na face desse planeta que, apesar de tudo, continuará girando harmoniosamente como sempre girou. (é evidente que o mundo não irá parar ou terminar com sua morte) Creio que em seu interior você desenvolveu alguma sabedoria viável para explicar essas indagações, e é quase certo que esta sua teoria particular se baseie nas idéias extraída de livros bem antigos e não cientificamente modernos condizentes com os dados da experiência cientifica.
Desde os mais antigos primórdios do tempo, o homem sempre imaginou várias teorias para essa transformação fatal. Agora acorde desse pesadelo e perceba como é linda e ampla a vida que Deus nos deu. Mas louvado irmão penetre no refúgio mais íntimo e sincero de seu ser, vá aonde nunca foi antes com seu raciocínio para bem dentro de si, para responder-me com convicção o que será após a morte desse nosso corpo físico presente.
Oh, morte cinzenta e mística! Sua obscuridade é tanta em mistérios profundos e ocultos, uma névoa mística enfumaçada e intransponível aos mortais, que ainda estão vivos neste presente momento, embora até hoje mais pessoas morreram do que estão vivas agora. Perdemos gênios insubstituíveis no passado, vultos extremamente inteligentes na ciência e conhecedores dos elementos da natureza material, que tanto contribuiu para eu ter a tecnologia de som e imagem tridimensional de qualquer parte desse planeta, ou mesmo da lua, até de planetas tão distantes no universo, onde a própria luz do sol demora a chegar. Perdemos doutores em pensamentos filosóficos e cientifico, que conseguem explicar com simplicidade toda complexidade do mundo naturalmente. Mas nenhum deles que conheceu a morte do seu próprio corpo, até então não pôde oferecer uma simples mensagem do que ocorre depois de aqui existirmos. Nem o homem que foi o mais inteligente que já existiu na terra, pode ajudar-lhe a solucionar esse mistério intransponível. Nenhum humano desvendou-o com princípios lógicos para que eu humildemente soubesse o que vem posteriormente. Então, o que faremos se nada sabemos além do que a vida terrena nos oferece. O que vem a ser realmente a morte?
Uma curta passagem terrestre como afirma a maioria das antigas religiões, e elas ainda prometem que logo sobreviveremos à morte, para nos transformarmos num espírito imaginário e assim viver eternamente no paraíso celestial. Pensamento estes tão pouco fértil e independentes da luz da ciência moderna, a qual afirma comprovando que a morte é o verdadeiro término de uma existência carnal, exatamente como admitimos acontecer bem naturalmente com os animais que almoçamos, não adianta tapar o sol com uma peneira e enganar a si mesmo de forma errônea, sem fundamento cientifico só porque queremos ter uma fé abstrata e cega que negue ate essa realidade presente inquestionável diante dos olhos.
Toda morte significa o término de uma existência terrestre de quem estava vivo até então, sejam animais, vegetais ou simplesmente humanos. Isso é um fato inegável, logo após a morte do corpo a qual sustentou sua vida, este começa a deteriorar-se para sempre de forma irreversível, portanto no futuro nenhum resíduo restará desse corpo que possui sua vida agora. Se a gente tem esse abusado direito de requerermos a imortalidade para a raça humana, só porque enxergamos vida no presente e pensamos nas besteiras que quiser para convencermos ser um privilegiado superior, então que esse direito se estenda a toda raça de animais existentes no universo, pois todos eles, sem exceção, têm cérebro e pensam também como sobreviver da melhor maneira.
Se tivermos direitos a uma alma imortal, é evidente que os bois e peixes que comemos diariamente também têm esse direito, até mesmo uma alface têm o direito a essa imortalidade tão pretendida e preiteada por nós humanos, é direito desse vegetal ser até um fantasma no futuro como alguns acreditam. Afinal é um fato lógico, tudo que tem vida própria é igual à gente na essência porque respiramos, crescemos e se reproduzimos com o tempo, tiramos da terra o mesmo alimento que necessitamos para sobrevivermos. Quando morremos tudo se interrompe, achas estranho é, ate você um dia vai morrer. Então se existe imortalidade para alguns, todos terão o mesmo direito de tela porque não existe exceção na natureza, vejam como todos respiraram e são filhos legítimos da mesma criação.
Evidente e lógico por bondade que todos tenham o mesmo direito de possuir uma alma eterna perambulando pelo tempo e espaço, formando quem sabe grandes karma invisíveis na imaginação de quem às imaginou um dia ser alguma realidade. Pobres homens egoístas as quais serão sempre necessários prometer alguma vantagem posterior.
Ei psiu, veja agora essa nova velha idéia: não existe nenhum fantasma nem espíritos invisíveis se manifestando como se fosse uma vida. Quando morremos todos sem exceção acabam voltando para Deus, Criador de todas as coisas, nem mesmo um pacto sagrado no amor sobrevive ao choque da morte. O que importa realmente é a mensagem que deixamos escritas nos anais que ficam além dos tempos, se realmente fomos dignos de sustentar uma existência verdadeira, de nobres valores nas relações e trato com as outras pessoas. Se as nossas atitudes forem honestas e úteis ao beneficio da humanidade, serão com certeza sempre lembrado pela posteridade como exemplo a seguir.
A grande verdade da vida é sempre manter o bom humor disponível e buscar o conhecimento acima de tudo, mesmo se tivermos muita dificuldade para conseguir isso, pois assim manifestaremos sempre amor e inteligência para alegrar a vida. Nada justifica o sofrimento, nem mesmo os animais dos quais nos alimentamos, devam merecer sofrimento inútil por sermos ignorantes da sua condição. Por isso afirmo que não existem fantasmas ou espíritos, nem no futuro seremos um. É melhor aceitamos a verdade da morte, assim como aceitamos a verdade da morte do frango e boi que comemos para sobrevivermos. Milhões de pequenas vidas sobrevivem como parasitas em meu corpo, algumas dessas vidas são até essenciais para manter a minha saúde, o que fazer se a lei da natureza é assim, vidas dependendo de outras vidas para sobreviver. Entendo que somos um animal evoluído com sentimento e conhecimento, mesmo assim ainda somos animais iguais aos outros perante a lei da sobrevivência.
As pessoas procuram a imortalidade na religião como se fossem algo verdadeiro bem acima da ciência; seus entusiasmos carismáticos são tantos que até renegam o óbvio: eles esquecem que é somente a ciência medica, quem consegue curar e prolongar de forma segura e efetiva essa nossa única existência. Se o meu coração estiver mal, os médicos com o uso da ciência simplesmente trocam por um outro coração, e eu continuarei gostando das mesmas coisas que gostava antes, mesmo durante milênios a fio os antigos afirmando com convicção que o coração era o órgão dos sentimentos, por isso até hoje nos acostumamos a desenhar corações para expressar amor, ou colocamos a mão no peito quando estamos morrendo de amor.
Vejam como hoje manipulamos a matéria com destreza e arte como os antigos nunca sonharam, nossa ciência rompeu num piscar de olhos com dogmas enraizados como verdades durantes milênios, e agora mesmo assimilando sua falsidade ideológica, ainda não conseguimos modificar nossos hábitos tão enraizados nesses costumes antigos. Percebam como os princípios revolucionários da eletrônica digital tão comum e abundante em nossa atualidade, jamais foram mencionados ou imaginados pêlos grandes mestres do passado, aqueles que tem “status de Deus” e que inventaram essas religiões que proferem como se fosse uma verdade maior, que à primeira vista “devido às categóricas afirmações” parecerem tão verdadeiras e sabias em seus conteúdos mentirosos.
Mesmo diante da realidade moderna; muitas pessoas decentes e sinceras, ainda acreditam que essas antigas religiões estão num estagio superior no conhecimento lógico, em relação à ciência que surgiu a partir da observação e pesquisa. Alguns renegam a própria superioridade da ciência em prol dessas mentirosas religiões e não sabem nem porque, esquecem que é essa mesma ciência que renegam, a que resulta em comodidades praticas a qual fazem uso no seu dia-a-dia. Cansei de ver senhores fazerem uso de parafernálias sofisticas e de última geração, para levar suas fantasias mentirosas a lugares tão distantes dali, ensinando que toda essa tecnologia da qual fazem uso mesmo sem saber como funciona, é insignificante em relação as suas doutrinas ideológicas seculares, as quais geralmente ensinam a continuar a viver no passado de ignorância. É como digo; “Se eles tivessem que subir um barranco carregando uma pesada jarra de água na cabeça ia dar muito valor ao nosso progresso”.
A única explicação plausível para tal fato ocorrer, é que as pessoas gostem das fantasias poéticas, da mística dos sonhos impossíveis ou mesmo do inútil teor do desconhecido, pois assim os facilitam a se inspirar com entusiasmo em seus diálogos (calorosos e muitas vezes embriagados de paixão), sem obrigação efetiva de conhecimento lógico da causa, assim ficam livres de provar se é real o que sabiamente proferem com eloqüência. Já a realidade presente é crua e dura na forma de princípios imutáveis, expõe sempre a nossa burrice diante da falta de conhecimento (atualizado) desses mesmos princípios. Debater sonhos e fantasias que ninguém consegue provar se são reais ou não é bem mais fácil, pois ninguém poderá quebrar os nossos argumentos eloqüentes usando de princípios verdadeiros e lógicos da realidade viva presente.
A vida é assim mesmo, por mais que busquemos somos quase nada diante da magnífica realidade material do universo. Ao mesmo tempo, somos tudo em perfeição diante de quem nada tem de especial a oferecer, o mundo sempre caminhará feliz enquanto puder ter alguns de nós cantando suas emoções em êxtase; mesmo assim, ainda essa vida pode tornar-se um jogo perigoso e desagradável, se não conhecermos de verdade seus princípios harmoniosamente simples.
Agora percebemos que não existe nada de verdadeiro neste mundo “faz de conta”, reveladas pelas diversificadas e contraditórias religiões humanas, juntas causam muita confusão e individualmente, nenhuma delas trouxe algum beneficio (sem ser o moral). Muito ao contrario, trouxeram muitas desavenças, injustiça e até mesma algumas guerras, conforme registrada pela história universal. Só mesmo a ciência universal pode revelar e compreender como o mundo funciona de verdade, com a exatidão absoluta dos detalhes em suas causas e efeitos, isso evidentes que depois de incansáveis pesquisas técnicas.
Senhores que vivem nesse imenso mundo material será que somos somente matéria em si? Será que não existe nada além do que os olhos vêem? Haverá algum principio metafísico sem as lógicas das leis materiais, que possa ter um mínimo resultado prático no plano concreto dos elementos da matéria?
Ora os grandes mitos do passado morreram deduzindo algumas respostas a essas indagações que, até hoje, continuam na incerteza de não se achar nenhuma resposta. E daí, se agora estamos vivos neste momento, e isto por si só já basta para podermos comemorar com alegria. Nós estamos vivos agora e em condição iguais, para lutar não só melhorando a sobrevivência diária, mas também a de tentarmos deixar algo inteligente e maduro, como foram as mensagens deles para seu tempo. Pois agora estamos aptos em plena razão para procurar conciliar nossos interesses diversificados da coletividade, sem usar da agressividade ou imposição de nossas pequenas idéias incertas. As incertezas invisíveis continuarão como sempre, até alguém provar pelos princípios científicos, as suas propriedades e qualidades materiais.
A Son of Man é como o despertar que oculta esse sonho dedutivo imaginário do passado, perante a realidade do dia-a-dia. Pergunto com vida neste momento para a sua vida agora: com que você contribui com essa sua existência única, para que esse nosso mundo comum, seja ao menos mais feliz e justo do que já é? De nada adiantará mentir para si mesmo, “- em verdade voz digo que a pior mentira é aquela proferida com muita ênfase, engana até mesmo o próprio mentiroso”.
Admita que fora da imaginação sugestiva das idéias, pressupostas, ninguém sabe realmente com certeza absoluta, o que ira encontrar depois de cessarem as atividades desse nosso único corpo físico que temos no presente. Enfim, todos que temos vida somos igualmente ignorantes nesses assuntos pós-morte, e o maior gênio do mundo sabe tanto quanto você sobre esses tópicos. A única certeza concreta que temos graças à ciência, é que habitamos um imenso globo azul, girando em torno de si mesmo para formar os dias lentamente e, harmoniosamente com outros planetas, percorrerem um longo caminho ao redor do sol, formando os anos. Todo nosso infinito universo está em constante e eterno movimento na busca de manter a vida, mesmo o mais gigantesco astro do universo material está limitado dentro desse circulo de nascimento, vida e morte. Não é maravilhoso sabermos que embora estejamos parados lendo nesse momento, na pratica estamos viajando a mais de 105.000 quilômetros por hora, ao redor desse imenso e incalculável foco de luz e calor chamado de sol, tudo na mais harmoniosa necessidade e exatidão para manter nossas pequenas vidas humanas alimentadas pêlos alimentos das estações do ano.
Ao nosso redor vivem bilhões de clones vivos de aspecto físico igual ao meu, todos têm o que tenho e chamamos de vida terrena, cada qual responsável pela sua razão e convicções que geram atitudes a todo instante, as quais não se aniquilam diante do tempo, porque se renovam a cada instante, transformando-se sempre num novo entendimento a cada novo dia. Deus será sempre a base da vida por mais longe que ela esteja neste imenso universo material. Estas boas novas do mundo moderno só entende quem honra a vida extraída da alface (vegetal) que comemos, porque a morte dela se transforma em alimento valioso para nós, humanos, que continuamos a viver procurando entender como esse nosso mundo funciona verdadeiramente.
E o que importa o passar das horas eternamente diante dos olhos?
O que significa viver intensamente cada segundo que passa, se as pessoas estão sempre morrendo no final do seu tempo, nada é eterno como gostaríamos, tudo se transforma a cada instante para ser reciclado novamente. Temos que cumprir todo esse processo de nascer, viver, e por fim, morrer como qualquer um que teve vida, por maior e complexa que possa ter sido.
Como nessa nossa existência percorremos alguns anos de plena lucidez e saúde vigorosa, logo pensamos ilusoriamente de uma forma, que acreditamos verdadeiramente sermos imortais, e que nada conseguirá pôr em risco a nossa vida. Mas, por fim, vem o fatalismo da morte inesperada, que é justamente o encerramento desse círculo que parecia nunca ter fim. O que restará depois a não serem essas ações que geramos durante nossa existência, contida ou não de alguma forma de bondade e sabedoria, pois estamos sempre nos expressando de alguma forma no tempo e espaço, que ficará registrado para sempre na nossa personalidade. São essas mesmas realizações que nos farão ser lembrados posteriormente, pois sempre nos expressamos no tempo e espaço, nem que seja para suprir nossas necessidades básicas de sobrevivência.
A vida é assim mesmo para todo mundo, um dia ela acaba quando menos esperarmos, e o que ficará serão essas nobres atitudes particulares, que porventura realizamos durante a nossa existência terrestre. Ora, todas as pessoas padecem um dia, inclusive nós mesmo que somos iguais a qualquer animal ou vegetal, que possui uma vida no momento e a perderemos em breve, mas o nosso mundo continuará ainda a existir como sempre foi. Ele não acabara porque morremos, somos nós somente que acabamos com a nossa vida presente que tínhamos para virar história, não temos o direito de criar fantasias mentirosas para essa realidade fatal.
Porque todos nos humanos dotados de extrema inteligência, temos essa grande dificuldade de admitirmos, que a nossa vida cessará instantaneamente com a nossa morte física, do mesmo jeito que admitimos com toda certeza, que cessará naturalmente a vida do boi ou mesmo da alface que matamos para comê-los. Não adianta nos enganarmos com argumentos ilusórios de que somos seres divinos e superiores, sem ao menos haver nenhuma prova concreta na natureza. Perceba como a morte é idêntica a todos que tem vida, quando perde a vida, o corpo que a sustentava começa a deteriorar-se independente se é um animal, vegetal ou mesmo um ser humano.
Como a vida humana é frágil e tem as mesmas necessidades básicas, como a de qualquer inseto minúsculo que seja, tudo que tem uma vida, para mantê-la necessita de se alimentar, respirar e defecar exatamente como nós, ditos seres racionais superiores. Somos idênticos até no fato de possuirmos os mesmos instintos de sobrevivência e reprodução. Será que esses animais ditos inferiores são realmente tão irracionais e sem conteúdo de experiência como insistimos em querer acreditar?
Percebam como as baleias orca se comunicam muito bem entre si, e transferem suas experiências para seus filhos usando do treino prático, identicamente parecido com a gente. Vamos acabar de vez com essa farsa de acharmos que somos seres superiores a tudo, e podemos fazer o que quisermos sem nenhuma consciência das leis que rege todo esse universo. Só porque dominamos as outras espécies de vida, não é uma prova concreta e logicamente viável, para se acharmos divinos como raça humana, a ponto de exigir que as leis imutáveis que regem o universo material, abram uma exceção contra seus próprios princípios rígidos.
É muita pretensão nossa querer ou achar que estamos livres desse circulo básico de nascimento, vida e morte. Veja como a maior e mais poderosa estrela do universo, até mesmo o próprio universo em si, no qual estamos condicionados a viver, está contido dentro desse conceito de nascimento, vida e morte. Então, por que a gente restrito a esse frágil e pequeno “corpinho humano”, estamos excepcionalmente livres desse conceito de morte, imposta pela rígida lei da natureza, porque haveríamos de acreditar com tanta convicção em sermos os únicos imortais (enquanto todo o resto do universo morre naturalmente).
Ora, estamos diante desse imenso universo material desconhecido que um dia nasceu, vive agora e um dia certamente morrera. Reparem e comparem como somos tão insignificantes, pequenos e quase inexistentes, diante das infinitas energias superiores (muitas delas ainda desconhecidas), liberada no nascimento de uma pequena estrela do universo, porque achar que viverá muito mais que esta estrela, se até as tartarugas vivem naturalmente o dobro da nossa idade.
Fica muito evidente que, se passamos um pente fino somente em nosso planeta, haveríamos de encontrar formas de vida muito superiores se comparadas com as nossas humanas limitações. Se realmente fôssemos à obra-prima da perfeição da natureza material, teríamos agregados uma visão de 180 graus como as moscas desenvolveram, ou melhor, as águias, que conseguem enxergar detalhes milimétricos a muitos quilômetros de distancia, audição canina que escuta até freqüências ultra-sônicas que orienta o cão como um morcego, que corre em alta velocidade pela floresta, desviando de todos os obstáculos em noite escura sem lua. Quem gostaria de ter um olfato apurado igual do tubarão, que consegue distinguir odores até debaixo da água salgada? E as árvores milenares que vivem há milhares de anos, nasceram e vivem assistindo e testemunhando toda a nossa evolução, dês os primórdios da civilização. Quem já parou para observar a convivência coletiva e organizada dos minúsculos insetos, como formigas, cupins ou as abelhas? Se for comparar observando atentamente, já reparou que nós humanos racionais, ainda formamos uma sociedade muito confusa e desorganizada perante esses pequenos insetos.
Que bom seria se todos os nossos sonhos e fantasias se transformassem em realidade! Veja como a nossa arrogância exige ser superior a qualquer outra espécie de vida, até mesmo na incerteza de que esta nossa vida possa ser realmente superior a qualquer outra espécie de vida animal ou mesmo vegetal. Olhem como existe vida num corpo centenas de vezes maior que o meu, outros conseguem se orientar com cheiros e sons que não escuto nem sinto, sem falar naqueles que conseguem, enxergar o calor do meu corpo na total escuridão, e essas imensas árvores milenares que ainda continuam presenciando toda evolução do mundo.
Nenhum povo, pessoa ou animal pode considerar-se superior a outros, porque nossas próprias idéias de superioridade são relativas e podem estar presentes na ignorância perante Deus. Somos pequenas fagulhas diante da imensidão do tempo e da grandeza de nosso mundo material, é muita audácia ilusoriamente acharmos que somos o umbigo do mundo, presos em nossas pequenas existências limitadas a tudo.
Nem por um instante podemos teimar que conhecemos a verdade da vida, porque ainda vivemos num mundo defeituoso possível de conserto. O mundo em si, não é difícil corrigi-lo, o difícil será corrigir nossos próprios defeitos internos, para entrarmos em comunhão com esse novo mundo justo. Tudo isso é como um karma que devemos extinguir urgentemente, pois não existe justiça onde a maioria se arma até os dentes, e quer guerrear mesmo antes de debater incansavelmente seus interesses que, com certeza absoluta, seriam resolvidos facilmente pelo diálogo. Nossa vida é muito delicada, um simples descuido e a perderemos definitivamente.
Temos que enterrar de vez essa idéia absurda de acharmos que somos o propósito último da criação material. Ainda hoje nos conscientizamos de que o universo é bem maior do que imaginávamos anteriormente, e já aceitamos ser um mero acaso diante da sua grandeza. Pobre de nós uns simples mortais, para essa natureza infinita temos o mesmo valor de uma planta sadia que vive, mas um dia irá morrer e secar para sempre. Feliz aquela que, antes desse curto circulo, desabrochou por ricos momentos na mais linda flor da espécie rara, cuja beleza inigualável do fascínio exalta o mais puro aroma que sempre tem o dom de anunciar boas novas a seu ambiente, com a beleza maior que salta aos olhos, e nos convida a saborear seu fruto doce e maduro, principalmente se todo o seu redor esteja infestado de ervas daninhas.
Sinta como é fácil imaginar infinitas grandezas interiores, sem vinculo nenhum com a realidade que nos cerca; se houver um pequeno motivo então, essa nossa arrogância interior proporcionará nos sentirmos superiores a tudo e a todos. Porém perceba que quando abrimos os nossos olhos de verdade, surge a dura realidade presente do dia-a-dia, que nem sempre condiz com a imaginação fácil que podemos gerar no pensamento.
E se amanhã encontrássemos formas de vida muito superiores a nossa (extraterrenos). Será que eles teriam conseqüentemente os mesmo direito de nos julgar, como julgamos e usamos esses animais ditos inferiores a nosso bel-prazer, sem assumir nenhuma responsabilidade de culpa por essas vidas que exterminamos para nos alimentarmos?
Não temos como esconder essas necessidades básicas de estarmos igualmente dentro desse mesmo círculo do mundo animal, pois do mesmo jeito dos animais, temos a necessidades de caçarmos comida dia-após-dia para sobrevivermos. Poderemos no futuro, quem sabe, até sermos ferozmente caçados para suprir alguma necessidade alimentícia de outras entidades vivas? Será que eles (digamos extraterrenos) teriam esses mesmos direitos perante Deus, de nos criar como criamos nossas galinhas em cativeiro com o mesmo objetivo de alimentar-se?
Afinal, todos os dias queiram ou não matamos os nossos alimentos, direta ou indiretamente, conscientes ou não. É um fato básico que toda vida vem de outra vida, e no caso da alimentação isso é uma simples, mas fundamental troca constante de proteína, potássio e etc.
Muitos vegetarianos orgulhosamente afirmam de que estão livres desse circulo de matança, eles esquecem que mesmos os vegetais que comem inocentemente, na grande maioria teve sua própria vida terrena independente, que foram extirpados para serem usados como nosso alimento. Mesmo seus frutos maduros e vida em reprodução, pois encerram em si a sementes de uma nova vida. Quando digo mundo animal, incluo os vegetais também porque têm vida própria comprovada, nasceram, respiram e se alimentam também, assim estão crescendo e um dia morrerão como qualquer um que vive agora neste momento, seja animal ou mesmo esse vegetal.
O que vira após a morte do corpo?
Qualquer projeção futura sem fundamento nas leis materiais conduz a erros, principalmente se a luz da ciência humana não pesquisar e comprovar com exatidão a sua lógica. Essa projeção futura é sempre uma superstição infantil que nos leva a erros. O que sabemos realmente até agora com a certeza absoluta da lógica é quando cortamos um membro da lagartixa, logo outro renascerá como mágica, ou mesmo podando uma arvore centenária, a vida dela renascerá com vigor, enquanto a nossa ficaria aleijada ou morreria definitivamente. Nessas projeções futuras, muitas pregam a reencarnação da alma, outros sugerem a ressurreição dos corpos, e agora muitos já aceitam e começam a acreditar na fusão com o divino (“principio este aceito pela Son of Man e outras como Testemunhas de Jeová”), mas nenhuma delas pode ser colocada como a realidade, porque não tem o aval da ciência.
Parece que é extremamente importante saber o que será com certeza, e o que vira após a morte, o pior é sempre para determinar como nos comportaremos em vida, tipo assim, se houver grandes recompensa, farei o bem. Será que o homem não conseguirá livrar-se do seu egoísmo empírico, para sentir o amor verdadeiro simplesmente contemplando a natureza?
Um exemplo dessa distorção insana, é que muitos defensores fanáticos da idéia da reencarnação ou transmigração da alma, não aceitam a hipótese de nascerem em forma inversa a da forma humana, como pernilongos, baratas, ratos e etc. Como disse anteriormente, afirmar com certeza que esses animais ou insetos não possuem alma, podem ocorrer os mesmos erros dos cristãos na época da escravidão, ao afirmarem com segurança convicta que os negros não possuíam almas e eram formas de vidas inferiores (“equivalente aos cachorros e gados”). Hoje até sabemos que em muitos aspectos (esportes, percussão, musica dançante e etc.) os negros são bem mais evoluídos que os brancos, e o melhor de tudo isso, é que a ciência mostra que todos nós descendemos da vida na mãe África, então a grande evidência inesperada é que as primeiras vidas humanas das quais todos nos descendemos foi negra.
Por que as pessoas sempre observam e dão muito mais ênfase as nossas pequenas diferenças físicas como cor da pele, dos cabelos e dos olhos? Esquecem a quantidade de qualidades que temos em comum, pois temos muito mais semelhanças que diferenças físicas, todos têm dois olhos, dois ouvidos, uma boca e um nariz. Viu como eu e você somos iguais em tudo, apenas diferentes no substancial como sexo e costumes de vida, diferenças superficiais as quais já não fazem tanta diferença nesse mundo moderno. O importante é que todos nós somos irmãos de DNA há centenas de milênios documentadas pela historia.
Sobre a ressurreição dos corpos, como poderemos reviver em corpos perdidos há muito pelo tempo no passado, sem falar nos corpos irrecuperáveis, digamos aqueles pulverizados por explosões atômicas ou mesmo aqueles que serviram de alimentos para animais, que já os defecaram. Seria até falta de misericórdia a um homem honesto, um exemplo de atitudes nobres em vida, reviver num corpo defeituoso ou problemático que teve no passado. Se todos que viveram ressuscitassem, seria uma grande confusão ilimitada, como exemplo, imagine qual das suas mulheres intensamente amada e respeitada seria a verdadeiramente atual de um homem honesto e fiel a seus próprios, já que em vida foi várias vezes viúvo?
Sempre me pergunto constantemente por que será tão difícil para certas pessoas admitirem que nunca tiveram nenhuma outra existência anteriormente a essa sua atual. Quem é que pode ter certeza absoluta de que terá uma alma eterna no futuro, quando seu corpo apodrecer totalmente pelo tempo. Por que tanto egoísmo de exigir tal situação de Deus? Todo e qualquer principio de crença já imaginado sobre essas questões, só serviram para perturbar e tirar a nossa atenção dessa nossa atual existência.
Vejam como essas pessoas geralmente até inteligentes, baseiam-se em vidas anteriores, como se fossem algo real que aconteceu ontem; outras mais exaltadas ainda afirmam que foram certas personalidades antigas geralmente famosas, lógico! Sem nenhuma prova verídica com um mínimo de sustentação plausível, simplesmente imaginaram ou sonharam que foram certas pessoas e pronto. Se esses mesmos tolos lunáticos não conseguem nem afirmar com segurança o que fizeram no mês passado, como podem então se recordar de vidas anteriores, se nem ao menos se esforçando, conseguem recordar detalhes passados dessa sua atual existência, que com certeza viveram?
Toda e qualquer teoria após a morte sempre conduz ao erro, porque ninguém nunca voltou depois de conhecê-la. E olhe que muitos morreram com total injustiça e traição que em seu desespero mais profundo, não hesitariam e com certeza trocaria toda a sua própria eternidade, para desfazê-las na forma de uma comunicação efetiva, que desfizesse seus erros em vida, ou mesmo confortasse e aliviasse a dor de seus entes queridos. Quantos morreram com segredos que mudariam a vida dos vivos amados definitivamente, e nada puderam fazer mesmo querendo desesperadamente muito. Já que ninguém pode afirmar com certeza o que encontrará após a morte física do seu corpo, então vamos focalizar e valorizar essa nossa única vida terrena em toda sua amplitude.
Ninguém tem esse direito de exigir a imortalidade da alma para si ou para um determinado grupo, e esquecer que todos os princípios das leis da natureza são igualmente únicos sem exceção para todos os que possuem o círculo da vida. Não existe e nunca existiu nenhum privilegiado diante das leis imutáveis da natureza, ninguém nasceu especial, digamos com uns quatro braços saudavelmente úteis, se ocorrer uma anomalia desse tipo (afinal tudo é possível) evidente que se trata de um aleijado que provavelmente nenhum dos braços funcione bem. Se todos andam naturalmente para se locomover, porque exigiria eu (uma pessoa temente a Deus) ser o único a voar? Enfim, ninguém é especial para fazer milagres, porque as rígidas leis da natureza não abrem exceção e são iguais para todos, seja bom ou mal, animal ou vegetal.
Isso sempre me faz lembrar da vida humana, e de todas as ações que geramos a cada momento da vida. Oh, Deus maravilhoso, obrigado!
Meus queridos leitores podem chorar de alegria como estou chorando, vejam como é tão sublime e completo esse nosso mundo material. Somos frutos de uma época tecnológica, canções vindas dos rádios e televisão se misturam com as antigas canções dos pássaros, diante de meus olhos as mais evoluídas máquinas que o homem já criou para meu conforto, as quais utilizo intensamente para facilitar meus momentos. Toda essa evolução se mistura com os primitivos animais, que convivem com os gritos de alegria das crianças. Risos e palavras de meus semelhantes preenchem o meu redor e meu coração de alegrias. Como é maravilhosa essa minha época!
As palavras que escrevo nesse meu computador correm instantaneamente pelo mundo, como um relâmpago que sai do oriente e se mostra até o ocidente. O meu alimento posso assar, triturar, congelar sem sair de casa. Como se vê, estamos diante de um evoluído mundo tecnológico, digo sempre quase perfeito, só falta um pequeno ajuste para se transformar no paraíso prometido por nossos ancestrais que aqui passaram e sonharam intensamente com isso.
Nossos antigos admiravam a lua e nada podiam fazer para suprir sua curiosidade, a não ser imagina-la habitada por dragões. Hoje sabemos que isso é uma mentira compreensível, e com todo esse nosso conhecimento atual, podemos seguramente até morar na lua, e isso é só um pequeno inicio de nossas capacidades humanas latentes. Por isso devemos preparar-nos para assimilar esse novo mundo moderno, onde o homem evoluíra cada vez mais rápido em seu viver. Então querido amigo, cuidem para que essa sua única existência seja um exemplo de amor, sabedoria e justiça, sem esperar qualquer recompensa prometida pelas antigas fantasias do passado. Você perceberá o imenso êxtase em ser silenciosamente digno para a origem da própria criação, que sua inteligência predomine sempre sobre essas crenças em idéias fictícias, muitas vezes pessimistas fundadas de ignorância, que já estagnaram tanto nosso mundo no passado remoto.
O ilustríssimo Sr Sócrates, condenado a se envenenar antes do pôr-do-sol, seus discípulos lhe perguntaram instante antes, o que ele iria encontrar após a morte do seu corpo. Como um homem de rara inteligência filosófica, respondeu sabiamente com um rico e comovente discurso do que irá encontrar no Éden, após abandonar definitivamente o seu corpo físico. Assim depois desse longo e eloqüente discurso do que irá encontrar dali a poucos minutos, seguiu-se uma pequena pausa, ele raciocinou, sorriu e disse: “- Bem, achar que tudo que relatei acontecerá exatamente assim como eu disse, não é coisa de um homem de bom senso”.
Lembra-se que mesmo o grande mestre, Sr Jesus Cristo, vendo a sua morte chegando como uma alucinante embriaguez, dominando pouco a pouco todo seu corpo lentamente, ofuscando definitivamente todo o brilho das suas palavras de amor e até a dos seus olhos, talvez foi realmente com muito desespero, que ele tenha gritado conforme as escrituras testificam: “- Eli, Eli, lama sambactani”. Que quer dizer: “- Deus, Deus meu porque me desamparaste?”.
Com esses argumentos verídicos e sinceros da história, quero reafirmar que todos nós possuidores de vida própria no presente, somos igualmente ignorantes perante o desconhecido da morte. O que iremos encontrar no além-túmulo, a ciência desconhece até o momento qualquer hipótese comprovada, é como se fosse um véu intocável e intransponível, porque aparentemente tudo se encerra em matéria inerte que começa apodrecer, os animais morrem, as plantas morrem, porque nós humanos seriamos uma exceção da natureza e continuaríamos vivos eternamente?
E já que não sabemos o que virá após a morte, apresento-lhe a Son of Man, na esperança de fazer o bem com amor verdadeiro, sem si importar se realmente tivemos vidas anteriores ou algum benefício em vidas posteriores, o que importa no presente é valorizar a vida em toda sua plenitude e dimensão, fazer dela um lugar confortável para que todas as pessoas que a compartilham sejam real e interiormente felizes, plantando sempre algo valorizado, livres do egoísmo e da Fe ignorante, criando o Deus vivo a partir da inteligência e lógica, agora colhemos porque o tempo é propício e os frutos já amadurecem.
O que será após a morte física do seu corpo, e o que será da gente se essa nossa vida é tão entregue ao mundo das paixões, que se perdem no grande turbilhão que vive dentro de nosso corpo físico ainda tão limitado, mas este corpo físico limitado é ainda todo o nosso existir verdadeiramente no presente.
A realização do existir só se manifesta em cada um de nós que temos essa vida inteligente, e que esta sua nobre existência seja cheia de sabedoria e amor fraterno, para se traduzirem nas suas ações físicas e principalmente refletindo no trato com seu semelhante mais próximo. Valorize intensamente essa sua existência como se fosse realmente a única que Deus lhe concedeu, porque só esta será lembrada posteriormente, somente esta atual que levará o seu nome diante do tempo.
Em relação aos assassinos que tiraram a vida de seu semelhante, esses podem ser chamados de aberração ambulante da natureza, pois transgrediu o maior princípio da vida, que é a própria vida em si. Até animais inferiores respeitam sua própria espécie e se protegem mutuamente. O homem que mata seu semelhante nunca será perdoado, como defendem algumas culturas religiosas, porque enveredou por uma porta sem retorno, que sempre ficará aberta como prova de sua covardia eterna, e não hesitará em matar novamente quando (ele próprio) julgar necessário. De nada adiantará alegar que matou por ignorância da guerra, em legítima defesa ou sem querer, como ocorre nos atuais acidentes de trânsito. Se matar o seu semelhante, não importa como ou qual o motivo, só há uma salvação, entregar sua vida ao mesmo destino, “sem falar nos bens materiais: deveria doá-los imediata e integralmente às vitimas de seu ato insano e irresponsável”; no mínimo teria que abandonar o seu meio e entes queridos, como obrigou covardemente a vitima abandonar seus sonhos e entes querido para sempre. Perdão é linguagem dos irresponsáveis inconseqüentes, nem a vitima deve usa-lo. “- Nenhum homem nasceu para ser um animal de caça ou vitima de um absurdo descuido alheio fatal”.
Ora, um homem conhecedor das leis da natureza sabe perfeitamente bem que nossos desejos mais íntimos por si já são quase suficiente para matar alguém à distância, evidente com um karma maior e quando os desígnios de Deus assim o querem que ele padeça. Agora quantas pessoas você já desejastes aniquilar no passado e mais tarde por força do destino essa mesma pessoa lhe foi extremamente útil?
A sua vida também depende das outras vidas para se manter viva, pois ninguém vive independente dos outros por muito tempo, logo essa necessidade de vivermos em sociedade organizada. Toda vida incluindo essa nossa atual se alimenta sempre dos resultados de outras vidas alheias para sobreviver. Só é possível surgir uma vida a partir da união de outras vidas, afinal, ninguém nasce e vive sozinho, isso é um fato cotidiano intransponível num circulo imutável da natureza material. Se quisermos manter nossa vida, evidente, que dependeremos das outras vidas alheias, mesmo que somente para nossa satisfação pessoal de ter companhia. Posteriormente logo viraremos alimento para outras vidas continuarem vivas. Observem como os moveis de madeira da nossa casa, tiveram uma longa vida terrena na forma de uma fogosa árvore, até mesmos os moveis mais modernos com acabamentos e designer feito em plástico, só existem devido ao acumulo de milhões de anos consecutivos de resto de vidas, vividas na forma de grandes animais e imensas florestas pré-históricas, tudo bem antes do homem surgir na terra. Devido a nossa arrogância em sermos superiores não conseguimos nem imaginar que o planeta terra, já existia a bilhões de anos, sem uma única presença de um ser humano.
Neste mundo contemporâneo, não podemos e nem temos como sustentar as ideologias que assassinam covardemente homens inocentes, em nome de algum nobre ideal da minoria, ou na versão piorada do terrorismo oferecidas em nome de Deus, porque Deus todo poderoso e misericordioso não é covarde, e nunca sacrificaria a alma de um fiel justo, sincero e honesto para fazer um serviço sujo e imperdoável perante a própria criação, que é tirar a vida que Ele mesmo criou e a mantém.
Em verdade voz digo que se não abandonarmos urgentemente essas crenças pré-históricas mentirosas e acordarmos para a realidade da vida moderna, teremos muitos problemas no futuro, devido à radicalização nessas mesmas religiões tão contraditórias e sem fundamentos comprováveis para as pesquisas, propiciando atos de extremos vandalismo a terrorismo, resultando em guerras insanas como o homem nunca as imaginou, pois se feri o corpo vem a dor, as idéias vem à estupidez absoluta...
Já estamos saindo dessa fase animal do passado, o mundo evolui constantemente para a perfeição, em breve não existirá mais assassinos sobre a face da terra, porque refinamos nossos espíritos cada vez mais. Se Deus criou o homem segundo sua imagem e semelhança, assassinar esse homem é o mesmo que mutilar Deus. Lembrasse que toda vez que fizer uma ruindade para qualquer entidade viva ou mesmo um ato insano de destruição da natureza, você estará automaticamente fazendo uma ruindade ou destruindo Deus, porque Ele se reflete na Criação da natureza material.
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